disfagia

Provavelmente, você sabe o que é e já sentiu disfagia em diversos momentos da vida. Disfagia é o termo médico para a dificuldade para engolir ou aquela sensação de “ter uma bola na garganta”. Na maioria das vezes, acontece quando a pessoa come rapidamente, engolindo o alimento sem mastigar direito. Mas em alguns casos a disfagia recorrente pode significar um problema mais sério de saúde (esôfago, estômago, boca ou garganta) que necessita de atenção e cuidados.

SINTOMAS DA DISFAGIA

● Não conseguir engolir;

● Sentir dor ao deglutir;

● Sentir-se como se a comida estivesse presa na garganta ou no peito;

● Tossir ou engasgar ao engolir;

● Produzir excesso de saliva (baba) que atrapalhe a deglutição;

● Problemas na fala.

Se você tiver um ou mais desses sintomas recorrentes ou com duração maior que três dias, deve procurar ajuda médica para investigar possíveis causas e realizar o tratamento adequado.

DIAGNÓSTICO

Como a disfagia em si não é uma doença, e sim um sintoma de algumas doenças, o médico deve solicitar exames para descobrir sua causa. Entre eles:

– Raio-X de bário: que consiste em ingerir uma solução com bário, substância que reveste a parede do esôfago e permite melhor visualização do órgão em um exame de raio-X.

– Estudo de deglutição: No qual também se utiliza o bário, mas para revestir alimentos que devem ser engolidos durante o teste, a fim de verificar possíveis problemas de deglutição causados pela musculatura da boca ou da garganta.

– Endoscopia alta: Através do endoscópio, o médico examina boca, esôfago e estômago para verificar possíveis alterações.

– Manometria: Indicado para medir a pressão em diferentes locais dentro do esôfago. O teste é solicitado para mostrar como os músculos que o ajudam a engolir estão funcionando.

COMO A DISFAGIA É TRATADA?

O tratamento depende da disfagia depende da sua causa. Se a causa for na boca ou na parte superior da garganta, o paciente deve ser encaminhado a um especialista. Se a causa estiver no esôfago, os tratamentos podem ser a dilatação esofágica via endoscópio; medicamentos (como os inibidores da bomba de prótons) ou cirurgia.

*Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.

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